A Cosmogonia Xintoísta narra a criação do universo como um processo geracional de divindades que moldam a terra, a vida, a morte e a natureza.
Cosmogonia Chinesa: o Tao, o Yin-Yang e a ordem emergente da harmonia
A Cosmogonia Chinesa responde à questão da origem do universo com base em princípios de equilíbrio, transformação e harmonia.
Cosmogonia Jainista: as seis substâncias eternas e o cosmos cíclico sem criador
A Cosmogonia Jainista traz uma visão original sobre a estrutura do universo, na qual uma realidade eterna não foi criada por nenhum deus.
Cosmogonia Budista: impermanência cósmica e rejeição de um começo absoluto
A Cosmogonia Budista desloca o foco da pergunta sobre a origem do universo para a causa do sofrimento e o caminho para sua superação.
Cosmogonia Hindu: ciclos cósmicos, sacrifício primordial e a busca pela unidade
A Cosmogonia Hindu apresenta uma das visões mais profundas da origem do universo, propondo um cosmos que não começa nem termina.
Cosmogonia Copta: a criação Ex Nihilo (a partir do nada) e a substituição do panteão egípcio
A Cosmogonia Copta traz uma visão singular da origem do universo: toda a criação surge de um ato livre de um Deus único, a partir do nada.
Cosmogonia Dogon: o ovo do mundo, o Deus Amma e o saber estelar de Sírius
A Cosmogonia Dogon, uma das visões da origem do universo, une espiritualidade, simbolismo e um surpreendente conhecimento astronômico.
Cosmogonia Iorubá: Oduduwa, a criação em Ilê-Ifé e a interação entre o Céu e a Terra
A Cosmogonia Iorubá traz uma das mais ricas formas de compreender os mitos da origem do universo, em uma narrativa profunda sobre a criação.
Cosmogonia Celta: as invasões míticas e a soberania da natureza
Pela Cosmogonia Celta, a origem do mundo é um processo vivo, marcado por conflitos, ciclos e profunda ligação entre natureza e divindade.
Cosmogonia Nórdica: o mundo forjado no gelo e no sacrifício
A Cosmogonia Nórdica traz uma visão de mundo marcada pela dureza do ambiente, pelo ethos guerreiro e por um senso trágico do destino.
