Ao explorarmos os padrões Cosmogônicos da América do Norte, encontramos uma extraordinária diversidade sobre mitos da origem do universo.
Cosmogonia Tupi-Guarani: Nhanderuvuçú, a busca pela Terra sem mal e o canto da criação
Na Cosmogonia Tupi-Guarani, a criação do universo é um processo contínuo, uma busca espiritual. A humanidade é tanto exilada quanto peregrina.
Cosmogonia Maia: o Popol Vuh, os deuses da natureza e a criação do homem de milho
A Cosmogonia Maia narra uma fantástica história sobre a origem do universo, onde a criação é um diálogo entre o divino e o humano.
Cosmogonia Asteca: os cinco sóis e o sacrifício cósmico
Para os astecas, o universo depende do sacrifício divino mais extremo para continuar existindo. Saiba mais sobre a Cosmogonia Asteca.
Cosmogonia Xintoísta: Izanagi, Izanami e a geração das oito ilhas
A Cosmogonia Xintoísta narra a criação do universo como um processo geracional de divindades que moldam a terra, a vida, a morte e a natureza.
Cosmogonia Chinesa: o Tao, o Yin-Yang e a ordem emergente da harmonia
A Cosmogonia Chinesa responde à questão da origem do universo com base em princípios de equilíbrio, transformação e harmonia.
Cosmogonia Jainista: as seis substâncias eternas e o cosmos cíclico sem criador
A Cosmogonia Jainista traz uma visão original sobre a estrutura do universo, na qual uma realidade eterna não foi criada por nenhum deus.
Cosmogonia Budista: impermanência cósmica e rejeição de um começo absoluto
A Cosmogonia Budista desloca o foco da pergunta sobre a origem do universo para a causa do sofrimento e o caminho para sua superação.
Cosmogonia Hindu: ciclos cósmicos, sacrifício primordial e a busca pela unidade
A Cosmogonia Hindu apresenta uma das visões mais profundas da origem do universo, propondo um cosmos que não começa nem termina.
Cosmogonia Copta: a criação Ex Nihilo (a partir do nada) e a substituição do panteão egípcio
A Cosmogonia Copta traz uma visão singular da origem do universo: toda a criação surge de um ato livre de um Deus único, a partir do nada.
